terça-feira, 17 de abril de 2012

Discos: Nicki Minaj - "Pink Friday: Roman Reloaded"

                                                               
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Há muito que dizer sobre Nicki Minaj. A rapper que começou a vendar as duas mixtapes nas ruas de Nova Iorque e que hoje em dia é um ícone da moda e colabora com artistas como Madonna ou David Guetta.
Nicki tem visto a sua popularidade crescer sem parar, tornando-a muito mais que uma rapper feminina e fazendo-a competir no mesmo patamar da pop onde anda Lady Gaga, Katy Perry ou Rihanna.
Menos de dois anos depois do seu platinado disco de estreia “Pink Friday”, chega o sucessor “Pink Friday: Roman Reloaded”.
Este é um disco feito para agradar a gregos e troianos, com as suas deliciosas vinte e duas faixas que disparam em todas as direcções. Há rap duro, música dance, pop puro para as rádios, r&b e baladas. Nicki faz rap como niguém mas é também dona de uma voz doce e que serve perfeitamente para cantar. Destaca-se o single “Starships”, um monstro que cheira a praia e a Verão, produzido por RedOne, o produtor de Jennifer Lopez ou Lady Gaga. “Va Va Voom”, uma faixa super cativante e que vai agradar a quem é fã de “Super Bass”. Para os fãs mais hardcore “Beez In The Trap” é a faixa ideal, suja e sensual. As dance “Whip It”, “Automatic”, “Pound The Alarm e “Beautiful Sinner” fazem-nos viajar até Ibiza num segment do disco quase nonstop. O dueto com Chris Brown, “Right By My Side” é um r&b suave e perfeito.
“Pink Friday: Roman Reloaded” é um disco único que em 2012 cimenta Nici Minaj como um dos nomes fortes do panorama internacional e tornando-a definitivamente a superstar mais quente do momento. Ouçam sem medos!


terça-feira, 3 de abril de 2012

Madonna - Girl Gone Wild

Discos: Madonna - "M.D.N.A."

                                                                                



Depois de em 2008 ter mergulhado no hip-hop com ajuda de Timbaland e Pharrell Williams em “Hard Candy”, Madonna regressa agora às pistas de dança com o seu novo disco “M.D.N.A.”. Acompanhada pelo seu já conhecido William Orbit e trabalhando com novas caras, como já é seu apanágio, tais como Martin Solveig ou Nicki Minaj. Madonna reinventa-se mais uma vez e aos 53 anos lança um dos discos mais viciantes da sua longa carreira.

“Girl Gone Wild” é o tema de abertura, produzido por Benni Benassi este tema apesar de ligeiramente parecido com o remix do mesmo produtor para “Celebration” ganha pela sua sensualidade, erotismo e club-appeal. “Gang Bang” é uma das melhores faixas do disco. Suja, violenta e com dubstep pelo meio. “I’m Addicted” é tão viciante como uma droga e mega electrónica. “Turn Up The Radio” é quase uma continuação do hit “Hello” de Martin Solveig, na voz de Madonna. “Give Me All Your Luvin’” é um flirt jovem com M.I.A. e Nicki Minaj. “Some Girls” é para explodir o sistema de som e ficar a querer mais. “Superstar” tem um q.b. de infatilidade e anos 80 e é a faixa mais doce do disco. Em “I Don’t Give A” Madonna faz rap sobre a sua antiga vida de casada e Nicki Minaj rouba o spotlight com o seu rap bombástico. “I’m A Sinner” recria a magia de “Beautiful Stranger” de 1999. Na nona faixa chega um dos destaques do disco. “Love Spent” é magistral, electronicamente sedutora e inspirada. “Masterpiece” dispensa apresentações visto que ganhou um Globo de Ouro para melhor canção do ano e “Falling Free” é o momento mais calmo do disco, mostrando a vulnerabilidade de Madonna. Destaque ainda para as faixas da Deluxe Edition que complementam de forma impecável o disco principal.

Um disco que prova que Madonna não vai a lado nenhum nos próximos tempos. Tal como diz Minaj em “I Don’t Give A”: “There’s only one Queen, and that’s Madonna, bitch!”

Viciante!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Livros: "O Príncipe da Neblina" - Carlos Ruiz Záfon


Titulo Original: El Príncipe de la Niebla (1993)
Autor: Carlos Ruiz Zafón

Tradução: Maria do Carmo Abreu

Editora: Editorial Planeta (2011)


Sinopse: O primeiro livro da trilogia Nebilna.

Um diabólico príncipe que tem a capacidade de conceder e realizar qualquer desejo... a um preço muito elevado.
O novo lar dos Carver, numa remota aldeia da costa sul inglesa, está rodeado de mistério. Respira-se e sente-se a presença do espírito de Jacob, o filho dos antigos donos, que morreu afogado.
As estranhas circunstâncias dessa morte só se começam a perceber à medida que os jovens Max, a irmã Alicia e o amigo Roland vão descobrindo factos muito perturbadores sobre uma misteriosa personagem de seu nome… o Príncipe da Neblina.



Opinião: Ler um livro de Zafón é sempre um enorme prazer. Há qualquer coisa na sua escrita que é mágico e quase hipnótico e com este pequeno livro não é diferente. Apesar de bastante diferente dos seus livros anteriores ambientados numa Barcelona misteriosa, esta história passa-se num ambiente mais austero e menos rico, mas que não deixa por isso de ser interessante e por vezes até triste. O autor diz que este livro é para um público mais jovem, no entanto apesar do sentimento de aventura que pauta a narrativa “O Principe da Neblina” é um livro bastante melancólico, misterioso e que nos deixa um pouco devastados no final. Aconselho vivamente. Carlos Ruiz Záfon é um autor imperdível!


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Joe Jonas - Just In Love

Discos: Joe Jonas - "Fastlife"


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Joe Jonas é talvez o membro mais emblemático e carismático da banda fenómeno Jonas Brothers e seguindo as pisadas do seu irmão Nick Jonas, decidiu-se a aventurar numa carreira solo. Mas ao contrário de Nick, Joe Jonas decidiu por um rumo e sonoridade totalmente diferente da que os seus fãs estavam habituados. Abandonando o pop-rock, Joe Jonas mergulha de cabeça nas sonoridades dance e urban, criando “Fastlife” um disco agressivo e que podia vir do catálogo de Justin Timberlake ou Usher. Trabalhando com produtores de renome como Danja ou o cantor Chris Brown, Joe Jonas cria uma atmosfera sonora totalmente digital e suja, que não nos deixa indiferentes. “Love Slayer” é frenética, “Just In Love” é aquela música que aptece ouvir vezes sem conta, “See No More” é um mid-tempo com uma vibe dark, “Kleptomaniac” é um hit instântaneo. Não há faixas más e o disco como um todo é um trabalho bastante coeso e com produções eximias e deixa-nos bastante ansiosos para ver o que Joe Jonas vai fazer a seguir, pois com o seu disco de estreia o jovem cantor acertou em cheio!